7 de agosto de 2011

À beira do abismo

Se houvesse racionalidade no capitalismo financeiro, essa seria a hora do reformismo.
Seria preciso mudar alguma coisa para que tudo continuasse igual.
Mas não há; o que tem é um bando de fanáticos e alguns céticos, outros cínicos; ninguém liga de estar em um ônibus em alta velocidade à beira do abismo.

Não sei se arranjo uma consulta num psiquiatra, estou achando as hipóteses conspiratórias de Bilderberg, do estratagema Obama bem razoáveis. Afinal, o sujeito engoliu uma derrota parlamentar para um grupo de palhaços quando havia opções institucionais à mão, com a consequência previsível de agravar uma crise, essa sim imprevisível.
Postar um comentário