3 de maio de 2013

Reitero sem dúvidas o que disse.


Acabou me fazendo mal escrever isso, há coisa de dois meses e pouco atrás. Apaguei. 

Mas quero agora reiterar o que disse, e apaguei. Este tal Lobão quer voltar a ser notícia com o impacto do ódio. Que seja. O ex-cantor do rádio quer mais dois minutos de atenção. 

Existe um vazio entre nós, alguns convivem com ele, outros o mascaram completando esse vazio com o que conseguem, com o que por acaso lhes passa na frente.

Mas existe um vazio que não se supera, um vazio de no nosso país. Uma marca, uma marca da maldade. A tortura, que foi amplamente praticada por agentes do estado que até hoje recebem proteção por seus atos bárbaros. A tortura que aniquila a alma.

Um crime hediondo e bestial como a tortura de um bebê de um ano e oito meses, uma história que não posso nem ler, isso é que é defendido por uns filhos da puta.

O Lobão, por exemplo, que em 1974 provavelmente estava fumando muita maconha, em excesso, e ouvindo talvez rock progressivo antes de nos impingir essa baba viscosa que cuspia pelo rádio nos anos 80, achava que a tortura "só arrancou algumas unhas", que não tinha sido nada. Então, seu cantorzinho filho de uma puta, você tá vendo que não era nada, vc quis "causar" com uma declaração polêmica a ver se seu merecido ostracismo abrandava um pouco, e no final, seu bosta, era isso que você estava defendendo. Era por isso que você levantou sua voz.

Isso nunca será esquecido.

(recuperado graças ao cache do Google)
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