8 de julho de 2014

Meu Deus, desde Friedenreich, Pixinguinha 1 x 0, Hércules, Perácio e Leônidas; desde Heleno de Freitas, e do trágico time de 1950, nunca antes nesse país a Seleção havia sido desancada de forma tão categórica, tão absurda e impossível. Uma derrota que parecia um afogamento lento e certo.
Mas como continuar a ganhar se desde a década de 1990 não temos mais times, o nosso futebol é um escambo permanente, e voltamos a funcionar como entreposto, como nas capitanias hereditárias, uma palhoça em que se buscam madeiras e "drogas do sertão", sempre farejando o ouro? Assim não vai não, um time em que se escalam jogadores para negociação, um time que é um verdadeiro lance profissional no mercado futuro. Meu palpite é sombrio, deixo para lá, a natureza melancólica vence, vamos vencendo o jogo com um time dos sonhos.

Carlos
Djalma Santos
Oscar
Domingos da Guia
Nilton Santos
Falcão
Gerson
Garrincha
Pelé
Leônidas
Canhoteiro
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