5 de maio de 2011

O grande deus dólar morreu

Obama, Osama, o par mínimo que une o mandante do crime e o defunto sem corpo, o ausente e o onipresente da TV, do olho eletrônico do Eschelon e das bases militares, o mesmo e o outro, a dança macabra sem sentido diante de milhões de histéricos e enjaulados cidadãos do mundo livre. Haja droga, haja "burnout" de excitação histérica, haja estímulo para mover esse cadáver inchado que apodrece diante de todos nós; haja armamento e paranóia para fazer estalar o mundo na derrocada do deus dólar.
Postar um comentário